Igreja

A igreja deve fazer tudo com decência e ordem (1Co 14.40). Para a igreja funcionar desse modo, há necessidade de liderança, e essa liderança deve ser efetiva em cumprir o seu papel dentro da congregação (At 14.23; Tt 1.5; Hb 13.17). A liderança da igreja inclui dois tipos de ofícios básicos: supervisores (referidos como pastores, anciãos ou bispos no NT: At 20.17, 28; 1 Tm 3:1; Tt 1.5; Tg 5:14 e 1Pe 5.2-3) e diaconos (Fp 1:1; 1 Tm 3.8). Oficio e dons são coisas bem distintas. Mas podem, na verdade devem, andar juntas.
O primeiro grupo de líderes é responsável pela supervisão, administração, ensino e pastoreio gerais. O segundo grupo de líderes tem responsabilidades de serviço, auxílio, cuidado com famílias e visitação. A diferença nas funções pode ser determinada pelas diferenças nos propósitos e qualificações nas Escrituras. Em termos gerais, os supervisores são responsáveis pelo ensino e administração, enquanto os diáconos têm a responsabilidade de zelar e servir. No entanto não existe mérito no que diz respeito em quem é melhor ou pior. Todos são iguais e os oficios dentro da igreja se complementam e cada membro deve fazer seu serviço com alegria sem jamais ter inveja dos cargos alheios.
Ordens e organizações complementares na igreja desenvolvem-se de cordo com as necessidades da congregação e com os dons espirituais disponíveis para mi­nistério em situações específicas  ( 1 Co 12; Ef 4.11-16). A função da igreja é mais importante que sua forma, quando toda a congregação se submete a  Jesus Cristo como o Senhor e a cabeça da igreja (Ef 1 ); de modo que não há liderança autoritária (1 Pe 5.1-3) na congre­gação local. Antes, há participação, admoestação e incentivo mútuos (Rm 1.12; 11h 10.24-25), bem como submissão mútua (Ef 5.21).

Rogério Loureiro - Arauto de Sião

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